O sonho mais cruel que já tive

Contos de ficcionais|

Naquele dia o céu se abriu, era uma vista maravilhosa e ao mesmo tempo assustadora. Toda gente estava anestesiada e olhando para o céu como se estivessem hipnotizados, eu era o único consciente e vendo criaturas descendo do céu reluzente.

Ceu RachadoTentei despertar alguns deles, mas apenas dois em dez despertavam e o caos se instalava duma forma tao rapida que parecia que o mundo acabaria nos próximos minutos.
De repente um humano voador apareceu, tinha asas e algum tipo de arma que nunca tinha visto antes e dirigia-se directo as criaturas caindo do céu.
Foi ai que as criaturas começaram a atacar ele, e ele reagiu a altura derrubando alguns que caiam na terra sem vida. Era uma especie de seres bonitos demais para ser batedores.
Em todos filmes de ficção que tenho assistido, essas criaturas são nojentas que você nem se importa com a vida delas.Afinal de contas foram criadas para conquistar ou fracassar.


Mas essa realidade era diferente e ele continuava derrubando eles a uma velocidade incrível, então foi quando de repente a luz ficou ainda mais brilhante e um ser com o dobro de tamanho das criaturas abChao quebradoatidas surgiu, e num só golpe derrubou o nosso protector voador que caiu na terra sem o braco que empunhava a sua arma.
Corri ate la para ver se ajudava e ela parecia ter sido devorada por lobos e ainda assim respirava e emitia uma aura assustadora a sua volta e parecia estar pronta para mais uma batalha.
Deu um salto que deixou o chão todo quebrado como se um objecto gigantesco tivesse caído ai, e quando olhei para o céu, ela estava caindo aos pedaços… Fiquei paralisado, mal conseguia
conseguia me mexer, a criatura gigantesca caminhava em minha direcção a passos bem largos.
Esse é o meu fim. – penseimonstro

De repente ouvi uma voz gritando meu nome, era a voz da minha mãe.
– Dom, acorda. Acorda Dom, estás atrasado.
– Me ajude, ele vai me esmagar! – Gritei todo assustado.
– Hey, do que você esta falando! – Perguntou a minha mãe.
Daí abri os olhos, olhei para todos os lados ainda assustado. A julgar pelo olhar da minha mãe parecia estar diante de um louco, foi quando percebi que aquilo era um sonho, eu estava no meu quarto, fiquei relaxado.
– Que alívio. – Susurrei
– Do que você está falando, que cara foi aquela a bocado, acorda logo você está atrasado.


Antes que eu dissesse tudo bem, tudo começou a girar e o chão estava todo tremulo. Minha mãe não estava lá, ouvia vozes gritando, acorda mano, que
gritaria é essa. De repente despertei, e eu estava em um chapa.
– Tente não dormir de novo, você assustou todos passageiros com seus gritos.– disse o cobrador.
– Desculpa pessoal.
Ainda estava assustado, e pensando o que foi aquele sonho. Olhei pela janela do chapa e percebi que tínhamos acabado de passar de alguma rotunda e umas covas, isso explica a tremedeira do chão e tudo girando, talvez não. Sinto como se tudo aquilo fosse real, não deve ter sido apenas um sonho…

Continua….